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Observação: NOTA [de WIED]: Tem essa língua grande número de palavras de pronúncia mal definida, meio pelo céu da boca; também muitos sons entre ä, ü e ö. Fonte: https://www.geocities.ws/indiosbr_nicolai/pataxo1.html
Observação: Seu idioma é considerado por pesquisadores do Instituto Lingüístico de Verão como uma língua não classificada em família, incluída no tronco lingüístico Macro-Jê. Fonte: https://pib.socioambiental.org Um dos aspectos interessantes da língua Rikbaktsa é o fato, comum a várias outras línguas indígenas, de haver uma diferença entre a fala masculina e a feminina, de modo que a terminação de muitas palavras indica o sexo do falante. O conhecimento e a maestria no uso da linguagem é reconhecidamente mais desenvolvido nos velhos, cujas conversas costumam ser acompanhadas com interesse pelos que querem refinar seu conhecimento da língua. Atualmente os Rikbaktsa são bilíngües, tendo aprendido e incorporado o português. As novas gerações falam mais regularmente e melhor o português, aprendendo e utilizando a língua Rikbaktsa à medida em que crescem e ocupam um espaço no mundo adulto. Os mais velhos, por outro lado, utilizam o português com mais dificuldade e apenas no contato com os "brancos".
Observação: A língua Sateré-Mawé integra o tronco lingüístico Tupi. Segundo o etnógrafo Curt Nimuendaju (1948), ela difere do Guarani-Tupinambá. Os pronomes concordam perfeitamente com a língua Curuaya-Munduruku, e a gramática, ao que tudo indica, é tupi. O vocabulário mawé contém elementos completamente estranhos ao Tupi, mas não se relaciona a nenhuma outra família lingüística. Os homens atualmente são bilíngües, falando o Sateré-Mawé e o português, mas, apesar de mais de três séculos de contato com os brancos, nas aldeias mais afastadas ainda se encontra mulheres que só falam a língua materna.
Observação: Os Suruí de Rondônia se autodenominam Paiter, que significa "gente de verdade, nós mesmos". Falam uma língua do grupo Tupi e da família linguística Mondé.
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Observação: “É desconhecida a filiação lingüística dos Tuxá, supondo-se que a sua língua original fosse uma língua isolada.” (Anaí, 1981)
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